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[+] Virna lança livro cercada de famosos
OFuxico
17.01.2007OFuxico
17.01.2007O lançamento do livro No Suor e Na Luta, a História de uma Guerreira,lotou o Restaurante Gula Gula, em Ipanema, na noite desta terça feira. Diversos atletas e artistas marcaram presença, para abraçar a dona da
biografia, jogadora de vôlei Virna Dias.
Ela, é claro, estava muito entusiasmada com a novidade. “Eu sempre tive vontade de escrever um livro e fiquei muito emocionada com o convite do Nuzmann (Carlos Arthur, presidente do Comitê Olímpico Brasileiro). É muito bom ser a primeira falar sobre os meus 20 anos de vôley, com todas as histórias de luta”, contou ela a OFuxico.
Segundo o assessor da atleta, e autor do livro, Cacau Hygino, a idéia antiga permanece viva.
“A gente estava pensando em fazer alguma coisa sobre ela ser mãe e atleta ao mesmo tempo, com todas as dificuldades e delícias que isso pode proporcionar. Tivemos que interromper este projeto, por conta do convite do COB, mas ainda pretendemos fazer isto”, afirmou.
Entre os famosos que foram prestigiar, a ex-companheira de volei, Leila, também se sentia homenageada.
“Somos muito amigas, e as nossas histórias acabam se confundindo. Ela é parte da minha vida e eu sou parte da dela. Fico feliz por este momento. Ela merece”, afirmou a atleta. A lista de atores e atrizes também foi extensa: Rosamaria Murtinho e Mauro Mendonça, Betty Faria, Ildi Silva, Sílvia Salgado, Luis Carlos Tourinho, Ana Botafogo e Mara Manzan foram apenas alguns dos que se acotovelaram no restaurante, em busca de um autógrafo da amiga.
“Ela é realmente uma grande guerreira. E eu estou curiosíssima para conhecer a sua história. Vou devorar este livro ainda hoje a noite”, comentou Ildi Silva, durante o coquetel de lançamento.
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[+] Selo do COB lança livro sobre a trajetória da jogadora de vôlei Virna
Final Sports
16.01.2007Final Sports
16.01.2007O Selo COB Cultural lança nesta terça-feira, dia 16 de janeiro, no Rio de Janeiro, mais um fruto da parceria entre o Comitê Olímpico Brasileiro e a Editora Casa da Palavra, o livro "Virna - No Suor e na Luta, a Trajetória de uma Guerreira". Em seu primeiro lançamento no ano dos Jogos Pan-americanos RIO 2007, o Selo COB Cultural apresenta a trajetória de uma das maiores atletas do vôlei nacional, Virna, medalhista de bronze nos Jogos Olímpicos de Atlanta 1996 e Sydney 2000.
O Selo COB Cultural é uma iniciativa do COB e da Casa da Palavra que visa incrementar o mercada editorial esportivo. O lançamento acontece na filial do Restaurante Gula Gula, de Ipanema, a partir das 20h.
O livro, de Cacau Hygino, abre a coleção "Perfil do atleta" do selo COB Cultural/Casa da Palavra que vai contar as trajetórias de grandes nomes do esporte nacional, suas técnicas, suas conquistas, as estratégia decisivas e a relação entre vida pessoal e esporte. A série prevê ainda as biografias do velejador Robert Scheidt, bicampeão olímpico (Atenas
2004 e Atlanta 1996) e octacampeão mundial e do maratonista Vanderlei Cordeiro, medalhista de ouro nos Jogos Pan-americanos de Santo Domingo 2003 e de Winnipeg 1999 e medalhista de bronze nos Jogos Olímpicos Atenas 2004.
Quem se acostumou com a jogadora de postura dinâmica e aguerrida vai se deparar com uma lado desconhecido da atleta no livro de Cacau Hygino. O autor revela algumas fraquezas da jogadora, as incertezas que permeiam toda mãe que, volta e meia, se vê dividida entre os compromissos da carreira e a dedicação à maternidade. No livro constam algumas decepções mas, principalmente, as conquistas e os diversos títulos de Virna.
O selo COB Cultural tem como objetivo lançar regularmente livros no mercado editorial esportivo. São histórias de conquistas, perfis de atletas olímpicos e pan-americanos, técnicas de treinamento, participação das Delegações Brasileiras em eventos, ou seja, documentos da história olímpica brasileira.
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[+] O novo guia Rio Botequim já está na praça
Globo Online
Juarez Becosa
23.11.2006Globo Online
Juarez Becosa
23.11.2006GLOBO OnLine
Pé-sujo, o blog do Juarez BecosaCaro Leitor
A editora Casa da Palavra e a Memória Brasil lançaram nesta quarta-feira - com direito a festa no Circo Voador para mais de 500 pessoas, show de chorinho e petiscos do Belmonte - a sétima edição do seu Guia Rio Botequim. Estive lá, para cinco minutos de prosa com amigos do mundo da baixa gastronomia e hora e meia de fila por um autógrafo de Guilherme Studart, autor da edição deste ano.
A espera valeu a pena. O livro é uma delícia, literalmente. Graças tanto à mudança acertada do formato - que perdeu um pouco a tradicional cara de guia para tornar-se mais, digamos, um manual - quanto ao talento de Guilherme, que tive o prazer de conhecer (eu incógnito, naturalmente) na noite de autógrafos de ontem.
Guilherme não é jornalista nem escritor - apesar de mostrar, logo em seu livro de estréia, ser extremamente acurado na pesquisa e no trato à palavra. É economista do BNDES. Foi escolhido para cuidar da edição deste ano única e exclusivamente por causa da paixão e conhecimento que nutre a respeito da culinária de botequim. Graças a isso, o guia desse ano ganhou novos e interessantíssimos contornos. Em vez do bar, a estrela desta nova edição é a comida. Cada capítulo é dedicado a um prato, que o texto de Guilherme destrincha até o osso, contando tudo: como se faz, como se come, quando surgiu e, claro, onde pode ser encontrado no Rio. Um banquete, do tira-gosto ao cafezinho.
Pela imensa quantidade de informação que possui, o Rio Botequim continua sendo um excelente guia para quem pretende se aventurar pelos balcões dessa cidade maravilhosamente pródiga em bares, botecos, pés-sujos e restaurantes populares. Mas agora, o livro também pode ser lido como um romance. O meu, estou sorvendo de cabo a rabo. E com a boca salivando. -
[+] Western na biblioteca
Revista Trip
Xico Sá
20.10.2006Revista Trip
Xico Sá
20.10.2006leitor cego no meio do faroeste e o narrador, infame, não lhe oferece guarida, muito pelo contrário, pega aquele desalmado e gira loucamente até que a sombra do corpo apague qualquer risco de prumo ou destino. Não há sequer esperança de um vira-lata-guia nos arredores. Nessa selva metropolitana cuja cartografia acidentada é só beco escuro e sem saída, Joca Reiners Terron fez uma fábula policial capaz de reinventar o deserto onde reinou Billy the Kid, o cavaleiro das balas invisíveis dos sonhos de um certo Borges. Sorte da porra, poder ler, à quima-roupa, como contemporâneo mesmo um cara como este viejo Terron. Deve ter sido o mesmo prazer os amigos e leitores que viram nascer as grandes obras do argentino Ricardo Piglia e do espanhol Vila-Matas, para citar os parentes literários deste mato-grossense que escreve com a arte daquelas aves que palitam dentes de jacarés. Uma aventura fudida o espera em Sonho interrompido por guilhotina (Casa da Palavra, 189 págs., R$ 29). Mas cuidado: não há a menor chance para mocinhos-leitores. Os personagens-escribas também não perdoam, matam. Nos vemos na Disneynferno!
(Xico Sá mandou esta resenha no meio do tiroteio de Cavaleiros solitários rumo ao sol poente, romance que ora escreve)
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[+] A palavra inútil
O Globo
Marcelo Moutinho
14.10.2006O Globo
Marcelo Moutinho
14.10.2006O GLOBO
Prosa & Verso
Sábado, 14 de outubro de 2006
Marcelo MoutinhoEm resenha publicada no Globo, o crítico Marcelo Moutinho afirma que narrativas de Joca Reiners Terron encenam impotência do escritor diante do mundo
Paul Valéry distinguia o discurso poético por sua inutilidade. Sob esse prisma, os versos não atenderiam a necessidade alguma, exceto àquelas que eles mesmos são capazes de criar ? e se atrelam, de modo quase compulsório, a coisas ausentes, ou a coisas profundas e secretamente sentidas.
Sonho interrompido por guilhotina, o novo livro de Joca Reiners Terron, destila a máxima de Valéry no alambique da prosa.
Mais do que uma seleta de contos, o volume lançado pela Casa da Palavra é um quase-romance, composto de 16 narrativas sobre as quais paira uma questão-chave: o ceticismo sobre a possibilidade de a literatura transformar a sociedade. Tal certeza fica evidente já na primeira das duas epígrafes, de Lichtenberg: Meu corpo é a parte do mundo que meus pensamentos podem mudar. Até as enfermidades imaginárias podem se tornar verdadeiras. No resto do mundo, minhas hipóteses não podem turvar a ordem das coisas.
Se a assertiva de Lichtenberg dá o tom orgânico do livro, a segunda epígrafe, de Kafka, adianta um de seus modelos: o diário. Não que Sonho interrompido por guilhotina tenha caráter confessional. Sua estrutura, misturando caderno de notas, citações, reprodução de textos alheios, autofagias e ensaios, sugere uma espécie de jogo de montar auto-referente, cujas ramificações se interligam, numa alegoria possível do movimento da própria literatura. Para ficarmos novamente com Valéry: a linguagem dentro da linguagem. Assim como em Hotel Hell e Curva do rio sujo, incursões anteriores pela prosa, Terron flerta com o escatológico e com os experimentalistas. No novo trabalho, contudo, a alusão a seus pais literários é mais direta. Valêncio Xavier, José Agrippino de Paula, Glauco Mattoso e Raduan Nassar aparecem como personagens, numa homenagem que não se encerra no mero tributo, mas propõe um diálogo, franco e criador, entre escrituras cujo afeto é mútuo.
Essa interação acontece também com autores que, menos conhecidos por aqui, integram o particular cânone de Terron. É o caso dos americanos Washington Irving e Wallace Stevens, que no livro dividem espaço com Narcís Monturiol i Estarriol, inventor do submarino, e Jor-El, pai biológico de Clark Kent, numa diluição de fronteiras entre realidade e ficção característica de sua obra. Em Curva do rio sujo, ele se valera desse expediente ao imaginar Peter Pan, Huckleberry Finn e Nemecek acompanhando um menino em suas aventuras.
Quando manejado com precisão, esse emaranhado de referências acrescenta novas camadas à leitura. Algumas vezes, no entanto, atravanca a fluência do texto, que perde a força, justamente uma das maiores virtudes da prosa do autor. Os (poucos) pontos baixos do livro ocorrem quando, a despeito desse vigor que a narrativa em si contém, ele carrega demais no grotesco e resvala no gratuito. O insólito não precisa de negrito. E a literatura de Terron já insinua o que se torna explícito em contos como Algo embaraçoso deixado para trás: Para a montanha de poetas parnasianos que existem em pleno terceiro milênio insistir numa linguagem floreada e asséptica, deve haver sua contraparte, a descarga de sintaxe em que palavras proibidas bóiem.
A estranha beleza de Sonho interrompido por guilhotina está nas margens, nos soluços de lirismo que rompem o cerco aparentemente insuperável do bizarro ? não raro brotando de dentro dele, como no tocante A flor de nenhum buquê. O protagonista, migrante do interior, respira a fuligem na metrópole enquanto espera a amada. Sonha recebê-la com flores, mas quando a moça enfim chega não consegue comprá-las. A vida concreta, então, fura a bexiga do sonho: os dois ouvem um estampido de bala e flagram um corpo boiando na água. Desfigurada pelo tiro, a face do cadáver sugere uma rosa cálida: As pétalas sanguinolentas cheirando a pólvora pertenciam à flor que em nossa entrega a cidade e eu oferecíamos à Esperança.
Outro destaque é Pequenos danos, no qual autor se assume como o protagonista que recebe cartas de um detento, solicitando a remessa de livros para a biblioteca da penitenciária. O enredo é erigido em camadas narrativas que comportam outras dentro de si e desenham o ciclo moto-contínuo e infinito que, no fundo, toda história encena. Mas é em Monumento ao escritor desconhecido que Terron faz convergirem todos os fios que costuram o livro. O conto enfoca a viagem de um escritor para cidade interiorana. Durante o périplo, ele carrega consigo uma cordinha de descarga, na qual acredita levar presa a realidade, e conhece Nassar Cassis Nassar, poeta louco que inventa nomes para coisas e lugares. Alterava o nome para depois corrigir as formas e assim escapar à continuidade de todos os dias, do verão sucedendo o outono, (...) da calmaria precedendo a tempestade, observa o narrador. Nassar acabará enforcado com a cordinha do escritor. Estrangulado, em sua utopia, pelo mundo que sua ficção não foi capaz de transformar. -
[+] Mercado editorial
Folha de S. Paulo
24.09.2006Folha de S. Paulo
24.09.2006O negócio dos livros é uma das indicações do caderno na seleção dos DEZ +.
O ex-editor da Pantheon Books André Shiffrin faz um relato sobre o mercado editorial americano nas últimas décadas, mostrando que a entrada dos grandes grupos de mídia levou à concentração e à padronização. Trad. Alexandre Martins. Casa da Palavra (tel. 21 2222-3167). 184 págs., R$ 34. -
[+] Vitrine literária
Folha de S. Paulo
23.09.2006Folha de S. Paulo
23.09.2006TEMA: Dez autores narram a paixão desencadeada por livros que os marcaram ao longo de suas vidas.
POR QUE LER: Interessante compilação de editora que comemora dez anos e que é responsável por colocar no mercado autores importantes.Editora: Casa da Palavra; Organização: Julio Silveira e Martha Ribas; Quanto: R$ 28 (144 págs.)
SOBRE OS AUTORES: Reunião de destacados escritores, como David Toscana, Milton Hatoum, Ruy Castro e Sergio Augusto, bibliófilos como José Mindlin e editores como Beatriz Resende.
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[+] É hora de ética
Revista Quem
Valmir Moratelli
22.09.2006Revista Quem
Valmir Moratelli
22.09.2006Política pessoal. Quem preparou uma lista de indicações culturais com peças de teatro, filmes e livros que, neste ano de eleições, tratam do que é ou não aceitável na vida pública e privada. Alguns famosos também dão suas dicas
Eu vi Ramallah, de Mourid Barghouti (Casa da Palavra, R$ 35). Traduzido do árabe, trata do conflito no Oriente Médio, envolvendo o Estado judeu e a Palestina. Afinal, o que é ético para um povo sem nação? -
[+] Inesquecíveis
Jornal Rascunho
20.09.2006Jornal Rascunho
20.09.2006Todos os bons leitores têm um livro ou mais que marcou a sua trajetória diante de páginas e páginas. A idéia simples de reunir depoimentos - alguns alcançaram o status de ensaio - para comemorar os 10 anos da Casa da Palavra rendeu um livro de leitura agradável e interessante. Em textos rápidos, ficamos sabendo quais autores e obras marcaram a vida de leitores como José Mindlin (que elegeu O pai Goriot, de Balzac), Ruy Castro (Alice no país das maravilhas, de Lewis Caroll) e Milton Hatoum (Um coração simples, conto de Flaubert), entre outros. A reunião de textos, mesmo que irregular, como não poderia ser diferente, é uma excelente porta de entreda para alguns clássicos da literatura mundial.
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[+] Série de intimidades intelectuais
Revista Cult
19.09.2006Revista Cult
19.09.2006Série de intimidades intelectuais; cada autor comenta uma obra da literatura mundial cuja leitura foi especialmente marcante. É sempre curioso saber que livro teve esse efeito para esses leitores especiais. Por exemplo, José Mindlin fala sobre Père Goriot, de Balzac; Milton Hatoum prefere Um Coração Simples, de Flaubert; Sergio Augusto, Educação Sentimental, de Flaubert; David Toscana, A metamorfose, de Kafka, etc. É uma oportunidade para o leitor coonferir seu gosto e leituras.







